
Eu não quero fazer uma resenha. Vou só falar de um filme que tanto me fez pensar. Para que fizesse uma boa crítica, teria de argumentar e embasar melhor meus elogios e não estou disposta. Chove muito aqui, a cidade está em estado de emergência (pura inveja de quem mora muito longe do mar, só pode) e minha inspiração está mofada. Efeitos da umidade constante. Enfim...
Para os homens inteligentes eu posso dizer: assiste o filme, é o Woody Allen. Para os mais ou menos dá pra dizer: tem cena da Scarlett Johansson beijando a Penélope Cruz. Para quem mescla os dois, eu recomendo, pois um pouco da alma feminina é exposta ali sem pudor.
Repare na personagem Cristina, vivida por Scarlett. Perdida, livre. Só sabe exatamente o que não quer. Esse Woody sabe se comunicar conosco, mulheres perdidas. A força da história, a loucura das paixões e o sedutor Javier Bardem, em ótimo desempenho, são apenas detalhes, comparado ao que mais me prendeu à trama.
Cristina amava as artes, mas não tinha talento. Ansiava por um amor ou algo que nem ela sabia o que era. Vagava pelo mundo, mas ao mesmo tempo estava ali, presente. Vivendo, ansiando, querendo. Sedenta pelas coisas que se pode tocar.
Saí do filme ainda embalada pela trilha e pela atmosfera de um lugar que nunca estive, mas já adoro: Barcelona. Saí com aquela sensação que, creio eu, irá me acompanhar para todo sempre: I can´t get no satisfaction.
Para os homens inteligentes eu posso dizer: assiste o filme, é o Woody Allen. Para os mais ou menos dá pra dizer: tem cena da Scarlett Johansson beijando a Penélope Cruz. Para quem mescla os dois, eu recomendo, pois um pouco da alma feminina é exposta ali sem pudor.
Repare na personagem Cristina, vivida por Scarlett. Perdida, livre. Só sabe exatamente o que não quer. Esse Woody sabe se comunicar conosco, mulheres perdidas. A força da história, a loucura das paixões e o sedutor Javier Bardem, em ótimo desempenho, são apenas detalhes, comparado ao que mais me prendeu à trama.
Cristina amava as artes, mas não tinha talento. Ansiava por um amor ou algo que nem ela sabia o que era. Vagava pelo mundo, mas ao mesmo tempo estava ali, presente. Vivendo, ansiando, querendo. Sedenta pelas coisas que se pode tocar.
Saí do filme ainda embalada pela trilha e pela atmosfera de um lugar que nunca estive, mas já adoro: Barcelona. Saí com aquela sensação que, creio eu, irá me acompanhar para todo sempre: I can´t get no satisfaction.
Resumindo:
* Penélope Cruz segue linda de doer. Não por acaso é musa de Almodóvar e Allen. Densa, intensa, engraçada e dramática ao mesmo tempo.
* Scarlet é linda e ótima atriz.
* As cenas em Barcelona... Dá vontade de sair do cinema e se mudar para lá, de mala e cuia.
* Meninas, Javier Bardem representa no filme aquele tipo de homem que se um dia, por acaso, cruzar seu caminho, só resta rezar. Valha-me Deus.
* Penélope Cruz segue linda de doer. Não por acaso é musa de Almodóvar e Allen. Densa, intensa, engraçada e dramática ao mesmo tempo.
* Scarlet é linda e ótima atriz.
* As cenas em Barcelona... Dá vontade de sair do cinema e se mudar para lá, de mala e cuia.
* Meninas, Javier Bardem representa no filme aquele tipo de homem que se um dia, por acaso, cruzar seu caminho, só resta rezar. Valha-me Deus.
Dica camaradinha: a revista Bravo deste mês traz uma matéria com as fases do adorável neurótico Woody Allen no cinema. Vale a pena. Clica aqui.


Um comentário:
Meu Deus, menina... tirou tudo da minha boca sobre o filme e os atores!!!
beijoos bizarros
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