
Estou ensinando minha cria que além de um nome temos um sobrenome, um do pai e um da mãe, bla bla bla...
- Filha, qual o nome do papai?
- Fábio.
- Do quê, mesmo?
- Júnior.
Depois de uma boa risada ela parou de graça e disse o sobrenome correto. Sim, a arte do deboche é genética. A pergunta que não quer calar é: de onde ela sabe da existência do famoso cantor?
Em tempo: o sobrenome dele(e dela) é Pestana. Bem feito pra mim que, para fazer graça, sempre dizia ele tinha sobrenome de detetive. Bem feito parte dois: como existem duas Brunas, sempre que chego na escola um amiguinho grita: "a mãe da Pestana chegou". É mole? É mole, mas sobe!


2 comentários:
Realmente a fruta nao cai longe do pé. Que figura esta cria, meu deus.
Bem maluquinha, amada..
Bjo
Hahaha. A Bruna é demais mesmo
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