segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Perguntas cretinas, respostas idem

Seu Lili já ia dizer: "Prefiro ter um filho viado que um filho curioso"
                         


Seguem algumas alternativas. Marquem um X na resposta preferida. Depois clica aqui e se diverte com o blog do Seu Lili.

Ao contar que havia pedido demissão, um colega do suviço, que é bem curioso, me diz:

- Mas vai trabalhar em outro lugar? Está procurando emprego?

( ) Resposta A: Não. Minha família é de ricos latifundiários gaúchos. Fizemos as pazes depois de 2 anos e eles vão me bancar.

( ) Resposta B: Trabalhar? Nunca. Deus me livre. Eu casei! Ah ha, meu marido é rico. Mexe com petróleo, mas não quis contar porque poderia causar inveja.


( )Resposta C: Vou participar de um reality-show. Mas não espalha! Em breve todos me assistirão na TV.

( ) Resposta D: Não estou procurando emprego porque vou investir toda a rescisão em ações. Tem sugestão?

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Comer, Rezar, Amar, Viver, Reviver, Refazer...



Peguei o livro com certo desdém. Pensei: “com tantos livros a serem lidos, livros mais intelectualóides, coisas importante para eu abastecer minha mente insana, não sei se devo ler as aventuras de uma recém-separada”.

Me enganei. Não consegui largar. A narrativa segue solta, bem escrita, uma história linear que me encantou, principalmente pela ironia e bom humor da autora. Ela se torna próxima do leitor e arrisco a dizer que nos joga um charme enquanto lemos. Sim, Liz Gilbert tem uma história interessante, simples. O humor e a verdade são os temperos de uma história real que bem que podia ser a minha. Ou a sua.

Vimos o filme. Meu marido (que tem “Asas do Desejo” em sua lista de favoritos) gostou da história e arrisco a dizer que até se emocionou um pouco. Eu estava ansiosa pelo filme, queria saber se ele era fiel, queria rever o Javier Bardem, queria reviver aquela história que li e me encantei. Confesso que o convidei pra assistir e pensei “ele vai só pela companhia, ou pela Julia Roberts e sua boca enorme. Não pelo filme”.

Eu confirmei minha teoria. As vidas são interessantes e as pessoas se tornam encantadoras não pela lista infinita de livros lidos, países visitados, pele sem rugas ou aquele cabelo maravilhoso. Elas precisam estar dispostas a mudar de rumo, a refazer a rota da vida e a aceitar as derrotas – e principalmente as alegrias (porque tem gente que adora uma sabotagem e nõ sabe viver em paz e feliz).

Uma parte que eu adorei, foi quando Liz, vivida por nada mais nada menos que Julia Roberts, agoniada em um ashram recebe uma dica preciosa do amigo Richard do Texas, interpretado por Richard Jenkins. Ela carregava uma culpa absurda por um divórcio devastador, o amigo sabiamente diz: perdoe você mesma e depois mande vibrações boas a ele.

Parece uma dica de autoajuda. Ingênua até. Mas eu me arrepiei na cena em que, energeticamente, eles se perdoam e conseguem viver suas vidas em paz, sem carregar pedras emocionais e sem culpar o outro pela própria infelicidade.

Pode procurar por aí. O mundo está cheio de gente incapaz de conjugar o verbo VIVER e a se deixar levar pelas tristezas que nos ensinam e pelas alegrias que nos fazem ver que não há um só caminho, nem um pensamento único e inflexível quando se habita esse lado de cá. Estou me sentindo uma Ana Maria Braga quando resolve dar sermão logo cedo na TV. Larguei um mochilão e uma vida louca em Londres pra receber minha filha nesse mundo maluco. Faria tudo de novo, mudo a rota quantas vezes for preciso.

Eu prefiro viver as escolhas que nem sempre são perfeitas e só consigo pensar na propaganda metida a besta da Nextel: "Essa é minha vida, esse é meu clube".

A história de Liz é real. Podia ser sua. Aliás a sua vida também pode ser sua. É só querer.


* Queria mandar uma vibração boa à Ana Beatriz Freccia da Rosa. Querida, cheia de vida e corajosa, resolveu comemorar os 30 anos visitando o 30º país e enchendo ainda mais seu passaporte de histórias e carimbos. A Ana bem que podia ser a nossa Liz Gilbert. Para acompanhar as aventuras dela é só clicar aqui

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Vida de Frila

A semana começa com coisa boa. E o que é bom, a gente gosta!
Quem lê o blog acaba colocando nos favoritos. E o livro já é sucesso garantido.
Estou curiosa para ler e aprender um pouco sobre essa vida louca vida de frila.
Confira aqui a matéria de hoje no DC. Repara na cara do Maurício de "trabalho de bermudão, e daí"?

domingo, 26 de setembro de 2010

Domingão do Faustão

Ô loco, meu! Quem sabe faz ao vivo e vira uma bolota de tanto inventar comilança em dia de descanso. Um beijo pra Dadivosa, dona de um site maravilhoso, delicioso e inspirador! Sigo na luta, hamyga!
Bolinho Nega Maluca pro lanche da escola e pão de queijo. É nóis!



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