Hoje, ao chamar minha cria, eu disse:
- Vamos embora, a mamãe está chamando, frila.
Ela não entendeu nada, coitada.
Estou "frilando" se isto é bem um verbo. É estranho eu ser a comandante de mim mesma, mas eu devo sobreviver. Estava olhando os links de um blog e descobri esse aqui ó:
Vida de Frila.
O cara vive disso e parece que sobrevéve.
Boa semana, minha gente.


5 comentários:
Sobrevive, e muito bem. Maurício Oliveira escreve paca e já trabalhou na grande imprensa paulista. Cansou de viver na babilônia e voltou de mala e cuia pra Floripa, com mulher e dois filhos. Mata um leão por dia e tá sempre viajando, mas acho que não tem saudades do cartão-ponto.
=-*
Sim e, pelo que andei lendo, o cara é dos bons. É bom ter exemplos legais para se inspirar.
Obrigada pela sua audiência, Cardoso. Volte sempre!
O lance é criar métodos e macetes pra conseguir frilá a bóia no dia-a-dia... (tá essa foi péssima, mas é melhor que chamar a própria filha de frila, vai).
Beijos e um queijo.
Ps.: "Uma amigo" foi de propósito?
Estou dizendo que essa vida de frila me pira a muringa!
Ando trocando as bolas.
Não, não no sentido literal, antes que um gracejo se inicie.
Um beijo seu frila da mãe!
Saudãgs
Ora, pelo que vejo meu eficiente assessor de imprensa Caio Cezar já passou por aqui. Aliás, já que é para jogar confete, trata-se do sujeito mais multitalentoso que eu conheço - fotografa, escreve, canta, dança, desenha, conta piada... Tudo muito bem. Cibele, foi um prazer conhecê-la - e obrigado pela citação. Espero que você seja feliz, frilando ou desfrilando. Beijo
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