sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ah, esqueci!


Bom fim de semana caso você seja uma pessoa do bem!


Muito sol. Aquele friozinho na sombra e o calorzinho do sol.


Muitos beijos de crianças ou não.


Dia e abraços com cheiros de felicidade.


(Sim, ser feliz é meio breguinha... meio bizarrinho até.)


Toma!

É Bembi, estranho, inusitado até. Mas todo single day eu acordo e tomo na cabeça.
É um demente que cruza meu caminho no trânsito, é o cara que espanca gente por aí, é o outro que joga a filha pela janela, o que nem me diz bom dia no supermercado.

Eu só queria sumir. Só queria ir ali ser feliz e já voltar.
O mundo anda bem irritante. As pessoas não têm mais noção. E eu que pensava que era o leão que vivia na selva.

Fim de semana chegando. Tempo de conviver no parque com humanos até cinco anos. Estes sim, não me cansam e são bem legais.

domingo, 25 de maio de 2008

Desabafo


Esse texto não é engraçado. Descreve uma agressão que sofremos na saída de uma festa na Lagoa. Viver é um baita exercício. E viver em sociedade, tem horas que é algo Bembi.




* Escrito por Marília Prado

Já faz um tempo que, diante de brutalidades do mundo (eu diria que a maioria gratuitas), comento, em tom de brincadeira com pais, amigos e com o namorado: "Parem o mundo que eu quero descer!!" Talvez eu compre um terreno na lua, talvez me mude para uma ilha deserta. Só esse final de semana tivemos um pai abatido por um motorista com uma barra de ferro enquanto tentava atravessar a rua com seus três filhos, no Rio de Janeiro, e um rapaz morto depois que se envolveu em um acidente de trânsito em São Paulo. Em Londres, um ator de 18 anos foi morto a facadas em frente a um bar, quando tentava defender o irmão mais novo dos agressores. O fato é que a vida em sociedade não tem graça se não pudermos exercer um pouco de liberdade.

Como, em dias de TPM, não vou poder falar algumas palavras mais chulas para aquele carro que passa do meu lado e, do meu ponto de vista, está fazendo barbeiragens??!!? Só xingar, de longe, nada mais. Não convém. Corre-se risco de vida.Como assim, não tenho mais liberdade para dispensar um cara qualquer que, por mais educado, seja insistente e esteja atrapalhando minha noite de diversão?? É, nem isso mais é possível.

Na última sexta-feira (e rezo para que realmente seja a última) em que estive na Lagoa, famoso local de casas noturnas e bares de Florianópolis, corri um risco grande demais. Ali, naquele momento, senti que dessa vez não é brincadeira: Parem o mundo que eu quero descer!!!Depois de uma noite dançante e alegre estávamos eu e uma amiga, já dentro do carro, nos despedindo de um casal e mais um rapaz, conhecidos que vieram curtir o feriado na Ilha. De repente, na mais pura forma gratuita de agressão, três ou quatro homens começaram a bater nos dois rapazes que estavam conosco. Não sei exatamente quantos, porque tudo passa muito rápido. Tirei o carro do local, caso contrário seríamos mais vítimas. Apesar dos pedidos de ajuda aos gritos, ninguém foi capaz de pegar um telefone e ligar para a polícia. Quando consegui fazer isso, o estrago já tinha sido feito. Pelo retrovisor vi um dos amigos caído no asfalto e um homem correndo atrás do carro. A PM foi rápida, mas infelizmente ninguém viu nada nem anotou a placa do carro onde os "jogadores" entraram. As vítimas, por sorte, vão se recuperar. Mas eu ainda sonharei com um mundo de paz e bom senso. Enquanto isso, é acordada que tenho pesadelos.

PS: depois que um pouco do nervosismo passou reconhecemos um dos agressores. Por pelo menos três vezes ele quis saber, ainda dentro do bar, se não íamos para a fila do caixa. Estranhei a atitude extremamente solícita, recusei, agradeci e fiz algum comentário, certamente maldoso, com minha amiga. Descobri depois dessa noite que não tenho mais esse direito. Comentários maldosos podem ter sérias conseqüências. Ainda me pergunto que tipo de ancestral os homens trazem dentro deles. Nos classificados, procuro um anúncio "de outro planeta"...

Chora, Madalena...


Se fosse o último jogo da minha vida e eu perdesse, também chorava, Guga.


Tem uma coisinha que eu sempre falava, mas hoje se encaixou perfeitamente: "aquele lá chora de feio..."


Entendeu?


O Guga chorando é mais feio que bater em mãe. Mêêo dêêos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Seven day diet... Seven days in hell


Suas coxas estão do tamanho das da traveca do Ronaldo?
Sua calça jeans aperta embaixo e explode em cima?
Sua barriga está com mais bordas de catupiry que pizza americana?
Você experimenta 52 roupas e todas a fazem chorar?
Você olha a capa da Boa Forma enquanto come um bombom e pensa em Haraquiri?



Pois seus problemas acabaram...

Você pode aderir ao programa Cibelístico de emagrecimento:
- Sem chocolates
- Sem cerveja
- Sem massinhas
- Coisas acima de 100 calorias estão fora de questão
- E é folha verde, fruta, grão, água, gelo, sopa sem gosto.
- Pão branco? Tá doida, gorda?
- Almoçar e tomar solzinho em frente à “Firma”? Nada disso, minha santa. Levante esse traseiro gordo e encare a academia.

No começo você se sentirá uma tia gorda tentando ser rápida para não soltar os pesos e chamar a atenção de todas as pessoas magras e saradas...
No fim do programa você caberá em seu jeans, mas terá um humor do cão. Porque sem comer, sem beber e na pior das hipóteses sem o resto que te faz feliz, minha nêga... o jeito é sentar o traseiro flácido no sofá, colocar um DVD do Friends e chamar a Nasa.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ele não tem amigos


Eu não tenho muita paciência com ecochatos, mas acho digno pessoas se dedicarem a preservação do meio ambiente.


Quem assume o lugar de Marina Silva, no Ministério do Meio Ambiente, é Carlos Minc, carioca, ex-secretário do Governo do Rio de Janeiro.


Lí que: "Para chamar atenção em defesa do ambiente, colocou batatas em canos de descarga de ônibus."



Blablabla wiskas sachê para o engajado.


Só preciso saber de onde ele tirou essa camisa de seda javanesa? Ã?
Ah sim, os ecochatos não são consumistas, porque tudo vira lixo e pode poluir a natureza.


E a poluição visual? Ã?


Esse realmente não tem amigos. Se os tivesse, jamais alguém deixaria ele cometer este atentado fashion.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Xô, losers!


Queria dizer aos meus quase 5 milhões de internautas e fãs (cof, cof) que estou meio ostra e não quero destilar meu veneno bizarro por hoje.
Por isso, peguei um texto bem bacanildo do blog da Nina Lemos que fala um pouco de como alguns homens bizarros entram no elenco de nossa vida.
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Elenco fixo e elenco convidado

Não adianta. É sempre assim. Na nossa vida temos um elenco fixo, aquele que vai ficar até o final do seriado. Eles estão sempre ali, em todas as temporadas. Podemos até não ver sempre essas pessoas. Mas elas aparecem em um telefonema, uma conversa no MSN, uma lembrança.
Aí chegam uns atores convidados. A gente sempre tem a esperança de que essa pessoa acabe sendo admitida como elenco fixo. Claro, quanto mais gente na série, melhor! Mas geralmente não é o que rola. Os convidados não dão audiência, os telespectadores se cansam de suas trapaças e o diretor acaba demitindo o sujeito.
O melhor (ou pior): logo ninguém nem lembra que um dia ele existiu naquele enredo. Foi só uma participação especial nada marcante, que só será recordada quando alguém falar: "lembra que um dia os roteiristas piraram e acharam que era uma boa idéia contratar o fulano?". E alguém vai responder: "é, que viagem".
E o que acontece na outra temporada? Voltamos ao elenco fixo, aqueles que junto com a gente fazem a série valer uma vida. E, claro, continuamos abertos para os novos. Só não sabemos se eles vão dar ibope.
(Nina Lemos) http://02neuronio.blog.uol.com.br/

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Filho de bizarro...


Bizarrinho é!
Chamei minha filha para sair do playground do prédio. Ao invés de vir até mim caminhando e resmungando, ela andava com passos largos, queixo apoiado no peito e olhos estrábicos, meio revirados.
Não me agüentei:
- Por que está andando assim, filha?
E ela:
- Puquê sou um "mônstrol do bicho papão".
(Ok. Eu sou a mãe do "môsntrol do bicho papão".)
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Outro dia ela subiu no sofá e eu gritei:
- Desce daí, menina! Vai cair!
E ela:
- Eu sou um batman.
( Eu sou a mãe de uma menina-morcego. Seria eu parte da Liga da Justiça também?)
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Na loja de brinquedos:
- Filha, olha que linda essa princesa amiga da Barbie!
E ela com ar de desdém:
- Ela num é linda. Eu sou linda, mamãe!
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No quarto num dia qualquer:
- Mamãe, quem é mais bela do que eu? - disse minha little people.
- Ninguém, filha. Você é a mais bela do universo!
Ela virou os olhos e me disse:
- Ahhhh, não mamãe. A "Banca di névi" é a mais bela.
(Sim, ela me deixa no vácuo e às vezes me sinto meio bobinha, como não pensei antes?)

O amor não é bizarro - parte ll



Vou indicar um blog que não é nada bizarro. A única situação bizarra na história de Cristina Guerra é que ela encontrou um amor e o perdeu na seqüência da vida. Um amor imenso que deixou um fruto chamado Francisco.

Ela criou este blog, pois o amor da sua vida partiu enquanto esperava um filho dele. São estas bizarrices dos encontros e desencontros que me intrigam e me confundem.

Entrem no blog e vejam do que o amor é capaz. Ela descreveu seus escritos internéticos assim:

"Um homem tem morte súbita, dois meses antes do nascimento do seu único filho. Assim nasce este blog. Tentando entender e explicar dois sentimentos opostos e simultâneos vividos pela viúva e mãe que, no caso, sou eu. Muitos questionamentos. Muitos raciocínios. Muito aprendizado. E uma pressa em falar para o Francisco sobre seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia)."


Sim, o endereço:

Ibope