quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ele não tem amigos


Eu não tenho muita paciência com ecochatos, mas acho digno pessoas se dedicarem a preservação do meio ambiente.


Quem assume o lugar de Marina Silva, no Ministério do Meio Ambiente, é Carlos Minc, carioca, ex-secretário do Governo do Rio de Janeiro.


Lí que: "Para chamar atenção em defesa do ambiente, colocou batatas em canos de descarga de ônibus."



Blablabla wiskas sachê para o engajado.


Só preciso saber de onde ele tirou essa camisa de seda javanesa? Ã?
Ah sim, os ecochatos não são consumistas, porque tudo vira lixo e pode poluir a natureza.


E a poluição visual? Ã?


Esse realmente não tem amigos. Se os tivesse, jamais alguém deixaria ele cometer este atentado fashion.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Xô, losers!


Queria dizer aos meus quase 5 milhões de internautas e fãs (cof, cof) que estou meio ostra e não quero destilar meu veneno bizarro por hoje.
Por isso, peguei um texto bem bacanildo do blog da Nina Lemos que fala um pouco de como alguns homens bizarros entram no elenco de nossa vida.
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Elenco fixo e elenco convidado

Não adianta. É sempre assim. Na nossa vida temos um elenco fixo, aquele que vai ficar até o final do seriado. Eles estão sempre ali, em todas as temporadas. Podemos até não ver sempre essas pessoas. Mas elas aparecem em um telefonema, uma conversa no MSN, uma lembrança.
Aí chegam uns atores convidados. A gente sempre tem a esperança de que essa pessoa acabe sendo admitida como elenco fixo. Claro, quanto mais gente na série, melhor! Mas geralmente não é o que rola. Os convidados não dão audiência, os telespectadores se cansam de suas trapaças e o diretor acaba demitindo o sujeito.
O melhor (ou pior): logo ninguém nem lembra que um dia ele existiu naquele enredo. Foi só uma participação especial nada marcante, que só será recordada quando alguém falar: "lembra que um dia os roteiristas piraram e acharam que era uma boa idéia contratar o fulano?". E alguém vai responder: "é, que viagem".
E o que acontece na outra temporada? Voltamos ao elenco fixo, aqueles que junto com a gente fazem a série valer uma vida. E, claro, continuamos abertos para os novos. Só não sabemos se eles vão dar ibope.
(Nina Lemos) http://02neuronio.blog.uol.com.br/

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Filho de bizarro...


Bizarrinho é!
Chamei minha filha para sair do playground do prédio. Ao invés de vir até mim caminhando e resmungando, ela andava com passos largos, queixo apoiado no peito e olhos estrábicos, meio revirados.
Não me agüentei:
- Por que está andando assim, filha?
E ela:
- Puquê sou um "mônstrol do bicho papão".
(Ok. Eu sou a mãe do "môsntrol do bicho papão".)
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Outro dia ela subiu no sofá e eu gritei:
- Desce daí, menina! Vai cair!
E ela:
- Eu sou um batman.
( Eu sou a mãe de uma menina-morcego. Seria eu parte da Liga da Justiça também?)
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Na loja de brinquedos:
- Filha, olha que linda essa princesa amiga da Barbie!
E ela com ar de desdém:
- Ela num é linda. Eu sou linda, mamãe!
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No quarto num dia qualquer:
- Mamãe, quem é mais bela do que eu? - disse minha little people.
- Ninguém, filha. Você é a mais bela do universo!
Ela virou os olhos e me disse:
- Ahhhh, não mamãe. A "Banca di névi" é a mais bela.
(Sim, ela me deixa no vácuo e às vezes me sinto meio bobinha, como não pensei antes?)

O amor não é bizarro - parte ll



Vou indicar um blog que não é nada bizarro. A única situação bizarra na história de Cristina Guerra é que ela encontrou um amor e o perdeu na seqüência da vida. Um amor imenso que deixou um fruto chamado Francisco.

Ela criou este blog, pois o amor da sua vida partiu enquanto esperava um filho dele. São estas bizarrices dos encontros e desencontros que me intrigam e me confundem.

Entrem no blog e vejam do que o amor é capaz. Ela descreveu seus escritos internéticos assim:

"Um homem tem morte súbita, dois meses antes do nascimento do seu único filho. Assim nasce este blog. Tentando entender e explicar dois sentimentos opostos e simultâneos vividos pela viúva e mãe que, no caso, sou eu. Muitos questionamentos. Muitos raciocínios. Muito aprendizado. E uma pressa em falar para o Francisco sobre seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia)."


Sim, o endereço:

Ibope