Bruna entra no banheiro com o dedo indicador em riste, mão na cintura e diz:
- Mãe, você vai terminar rápido o banho, se secar, ir lá pro quarto, ficar lá bem comportada que eu vou agora fazer um cocô. So-zi-nha.
Espantada com as ordens nem respondi.Quando eu estava na porta do banheiro, ela ergue o dedinho mais uma vez e diz:
- E óó: depois você tem que me limpar.
Resumindo. Pose e jeito de mandona ela já tem. Mas precisa da mamãe ainda pra limpar o bumbum. Sim, ela é um bebê ainda!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sobre o direito de dizer, de rir, de ser normal e incorreto
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” (Nietzsche)
Esse post é só um desabafo. Eu ando cansada com essas incongruências das normas, leis e regrinhas de convívio social.
Tenho vivido determinadas situações que me levam a crer que vivemos numa espécie de ditadura militar repaginada, com direito a dedos na cara e julgamentos precipitados.
Meu amigo tão querido, Fábio Bruggeman, escreveu semana atrás sobre “O Direito de Dizer”, em seu blog. Leia aqui.
Fábio conseguiu mais uma vez me calar. Por disse justamente aquilo que eu quero dizer agora. Não podemos mais ter a liberdade de pensar, querer e sentir como ingenuamente pensava que tínhamos. Eu sou do tipo que acredita na democracia, apesar de saber que, muitas vezes, ela é só uma palavra.
Queria poder continuar rindo e falando certas bobagens, seja aqui, no twitter ou em uma mesa de bar, sem sentir aquela culpa cristã que me faz querer justificar as besteiras ditas a cada meia hora.
Fica aqui me desabafo. Fica aqui o desejo de seguir sendo livre, sendo leve. Condeno preconceitos e condeno o exagero ao politicamente correto. Que cada um seja livre, seja leve. Que cada um ria das próprias desgraças e traga um pouco mais de purpurina a uma vida que surge caótica até mesmo num dia ensolarado.
Aviso aqui e deixo registrado que seguirei rindo e seguirei tirando onde a perseguindo os evangélicos chatos do centro, os fanáticos de todos os gêneros, os fãs histéricos de bandas escalafobéticas, os militantes, os militares que correm e cantam coisas estranhas na rua da minha casa, seguirei reclamando da falta de noção de alguns humanos, seguirei rogando quem fala que tem “serviço que pega às 8h e larga às 18h”, rirei dos burocráticos e suas pastinhas cheias de papeis chatinhos, terei bronca com quem chama música de canção.... (não me lembro agora do resto, mas é coisa pacas).
Esse post é só um desabafo. Eu ando cansada com essas incongruências das normas, leis e regrinhas de convívio social.
Tenho vivido determinadas situações que me levam a crer que vivemos numa espécie de ditadura militar repaginada, com direito a dedos na cara e julgamentos precipitados.
Meu amigo tão querido, Fábio Bruggeman, escreveu semana atrás sobre “O Direito de Dizer”, em seu blog. Leia aqui.
Fábio conseguiu mais uma vez me calar. Por disse justamente aquilo que eu quero dizer agora. Não podemos mais ter a liberdade de pensar, querer e sentir como ingenuamente pensava que tínhamos. Eu sou do tipo que acredita na democracia, apesar de saber que, muitas vezes, ela é só uma palavra.
Queria poder continuar rindo e falando certas bobagens, seja aqui, no twitter ou em uma mesa de bar, sem sentir aquela culpa cristã que me faz querer justificar as besteiras ditas a cada meia hora.
Fica aqui me desabafo. Fica aqui o desejo de seguir sendo livre, sendo leve. Condeno preconceitos e condeno o exagero ao politicamente correto. Que cada um seja livre, seja leve. Que cada um ria das próprias desgraças e traga um pouco mais de purpurina a uma vida que surge caótica até mesmo num dia ensolarado.
Aviso aqui e deixo registrado que seguirei rindo e seguirei tirando onde a perseguindo os evangélicos chatos do centro, os fanáticos de todos os gêneros, os fãs histéricos de bandas escalafobéticas, os militantes, os militares que correm e cantam coisas estranhas na rua da minha casa, seguirei reclamando da falta de noção de alguns humanos, seguirei rogando quem fala que tem “serviço que pega às 8h e larga às 18h”, rirei dos burocráticos e suas pastinhas cheias de papeis chatinhos, terei bronca com quem chama música de canção.... (não me lembro agora do resto, mas é coisa pacas).
terça-feira, 30 de março de 2010
Como se livrar de um ex ou de uma ex
Você quer se livrar de seu ex, já tentou de tudo e, mesmo assim, não consegue? Talvez você deva exagerar um pouco e contratar os serviços do Death Bear, um urso assustador que faz o trabalho sujo para você: vai na casa do seu ex e recolhe tudo o que você deixou por lá, na tentativa de acabar com a sua dor.
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